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quinta-feira, março 05, 2015

Diante do Ser

Enquanto crianças, projectamos desejos futuros do que queremos ser quando formos grandes. Passa-se a adolescência e os sonhos futuros passam a sonhos presentes que foram substituídos pelas paixões típicas da idade.

Uma vez acordados de novo, deparam-nos que estamos nos vinte, e os sonhos voltaram a mudar. As ideias maturadas, a experiência de vida, deram-nos mais visão. Um desejo mais forte de chegar mais além. Só que obstáculos, após obstáculos, chegamos aos 30 e não realizámos nada daquilo que sonhámos. Apenas projectos e uns e outros afazeres dentro do campo que queremos.

Como avançar? O medo apodera-se e bloqueia. A mim.. muito.

Quero tanto e sinto-me tão distante do sonho que tive de mim…


Vamos lá, nunca é tarde. Passo a passo. Tarefa a tarefa. Vamos a isso!

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

The End

Após quase 5 anos, este será o último.

Com tanto escrito, tantas situações, emoções. Músicas, videos, por vezes apenas treta. Tinha sempre muito de mim.
Teve sempre coisas muito boas e coisas más.
Há uns dias estive a ler muitos posts, alguns já com bastante tempo mesmo...

E o que existia para transmitir o que em mim se passava, hoje já não faz sentido.

A pessoa que o escrevia já não existe, neste momento sou uma pessoa totalmente diferente, perdi a minha escrita e o que tenho para mostrar é simplesmente... Nada.

It's over..

quarta-feira, janeiro 26, 2011

Mais conclusões

Nunca sabemos o que é ser forte até o termos de ser.

Nunca sabemos o quão forte somos, até passarmos pelas coisas.

Quando achamos que estamos a ter uma força imensa, acontece mais merda para piorar e ficamos ali, de pé, aí é superação! Chama-se a isso crescer!

Há sempre pessoas que quando passam em conjunto por certas situações e reparam que há alguém que não fica na merda como eles, pensa que essas pessoas se estão a cagar. Nem por isso. O que não vêem é a armadura torcida que está por baixo. Não significa que não sofra, não significa que não queira saber. Simplesmente, se todos ficam na merda onde fica a imagem erguida?

E com isto penso, existe por aí tanta gente a lamentar-se da merda de vida, das coisas que perdem pelo caminho por se terem mostrado fracos e com uma falta de carácter imensa e uma maturidade muito aquém que a idade pede, que não sabe mesmo o que significa a palavra sofrer.
Como se pode pedir a alguém assim que se supere? E viva o lixo de pessoas que nos rodeia. Felizmente tenho tomates de mandar essa gente para a latrina onde pertence.

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Corrida de obstáculos

Preciso de desacelarar...

Mas como?

terça-feira, janeiro 18, 2011

Não existem palavras com pozinhos mágicos...

domingo, janeiro 16, 2011

Conclusion

"Affraid of the house
Stay a night with the sinners,
Cause they're desperate to entertain"

terça-feira, janeiro 11, 2011

Gosto mesmo muito desta aqui


I've walked through dangers,
I've talked to strangers, but they didn't understand
And when the world seems senseless
It's me and you against them
And I love you because you know who I am


All you dreamers keep dreaming
And let those dreams rise into the light
Go find someone who loves you, to live those dreams through
Don't you go and get swallowed by the night
I've walked the stages
I've read the pages and never, I've never reached the end
All the world seems senseless
You're here with me against them
And I love you because you know who I am


Deep inside every soul
There's a sadness on the verge of climbing through
Now don't you try and fix it, why would you do that?
How beautiful when sadness turns to songs


And I'll walk through dangers
I'll dance with strangers, but they'll never understand
We'll never be defenseless
We'll win this war against them
Don't you doubt this, yeah I'm sure we can
And who cares if they don't ever understand
And I love you because you know who I am

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Quem não luta é cobarde!

Sinto... Sinto muito ainda. E sempre tive na ideia que enquanto sentisse lutaria.
Mas porquê continuar a esmagar a cabeça contra a parede quando toda a esperança queimou?
Talvez porque sou burra para "%&"/$, provavelmente é isso. Ou simplestemente não consigo apagar aquilo que o tempo marcou tão afincadamente. E tal como uma tatuagem que dizia tudo para mim e hoje só me faz relembrar de algo que não posso ser, tenho de arranjar forma de modificar o desenho.

Existem muitos fantasmas no dia-a-dia a rodopiar por aí. Existe ainda muito que continua a alimentar a minha carne e não a deixa morrer de vez. E estou mesmo cansada disso.

Se pudesse estaria a cagar-me para isto tudo e já não sentia absolutamente nada! Infelizmente foi um trabalho demasiado bem feito, demasiado perfeito. E tenho muito medo do tempo que possa ficar agarrada a isto.

Mas ainda assim sou muito mais correcta do que certas e determinadas pessoas que para não perderem aquilo que acham que tem, que ganharam, mentem com os dentes todos que tem na boca, são falsas e doentes mentais.

Jamais esconderei o que sinto, doa a quem doer. Perca eu o que perder. Pelo menos sou limpa. E jogo limpo. E aqui reside a grande diferença em nós. Nem que vivas mil anos serás capaz de chegar aos meus calcanhares. E se leres isto azar, não gosta não mama. Não apareças para ler! A ti só desejo que algum dia na tua vida ganhes carácter e maturidade para parares de foder a vida de toda a gente  à tua volta e ainda teres a lata de mandar sms a pedir o cafézinho do perdão!
Desejo do fundo do coração nunca mais te encontrar a frente =D

terça-feira, janeiro 04, 2011

A fase da ressaca é terrível! O corpo doi... doi tanto... É impossível andar a direito.

Hey little sister, I heard you went to Mr. So and So
Knock Knock Knocking on his door again last night
Said you needed it bad, you know that aint right
Cuz so many times you've come to me cry crying
trying to stop you said it hurt so bad
But please don't let you go back for me


My little sister is a zombie in a body
with no soul a role she has learned to play
In a world today where nothing else matters
But it matters


We've got to start feeding our souls
Not our addictions or afflictions of pain
to avoid the same questions we must ask ourselves
to get any answers


We've got to start feeding our souls
have been lost to the millions with lots
who feed on addiction
selling pills and whats hot
and I wish I could save them from all their delusions
all the confusion aye yay


Of a nation that starves of salvation
but clothing is the closest approximation to God
and He only knows that drugs are all we know of love


Every day we starve while we eat white bread and beer
instead of a handshake or hug
we spill the pills and sweep them under the rug


My little sister is a zombie in a body
with no soul a role she has learned to play
In a world today where nothing else matters
But it matters


We've gotta start feeding our souls.


Hey little sister, I heard you went to Mr. So and So
Knock Knock Knocking on his door again last night
Said you needed more
Jewel - Hey little sister

terça-feira, dezembro 28, 2010

I'll take the consequences from my own actions

Mais uma noite sem dormir sequer uma hora seguida, ora febril, ora enjoada. Cheia de frio, pele suada e gelada!

Não houve meio de qualquer conforto esta noite. (maybe i took too many pills, "instead of making me better" they "keep making me hill")

No meio dos flashes e da incerteza da realidade e do sonho, dei por mim numa grande conversa comigo mesma, não um monólogo, mas sentei frente a frente duas partes de mim.
E ás tantas no meio da conversa, uma delas agarrou na outra, amarrou-a e escondeu-a. E não sei bem onde.
Hoje ainda me sinto doente, ainda tenho o corpo demasiado frágil. Ainda não percebi qual das partes ficou à solta... De qualquer das maneiras nunca é bom, termos apenas metade de nós a vaguear. Precisamos sempre de duas partes para ganhar o equilibrio. Mas preciso primeiramente de voltar a ganhar forças. Esta gripe bateu forte.

domingo, dezembro 26, 2010

O dia e a noite mal se distinguem... Somente pelo extremo cansaço acolumado após vários dias sem dormir.
O Natal este ano teve outro gosto. Ainda mais amargo que todos os outros, mais vazio que nenhum outro.

E este ano somente pedi ao Pai Natal para acordar um dia e ver que tudo não passou de um sonho mau. Que é impossível acontecer tanto de mal ao mesmo tempo...
Em vez disso ofereceu-me na madrugada da consoada um lavar da alma, na janela do quarto, entre um ou outro carro que passavam, entre a chuva que caía e deixava de cair. Entre a nebula existente e os batuques...

In the end of each day, i know...
I just know...
That no one loves you this way,
Like i still do.
And who cares?
...
Anyway, it won't last forever.
Not like this.

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Quando os sentidos parecem adormecidos, não há nada como viver no limite.

Na ténue linha entre o abismo e a vida plena.


E que piada tem jogar à Roleta Russa sem bala?...

Ou andar em suspensão em cima de arame farpado, sem ver o mundo à roda?


A consciência humana e a estupides andam de mãos dadas muitas vezes.
Neste momento, quero lá saber.

segunda-feira, dezembro 06, 2010

Dead End II

Nesta última semana, tiravas qualquer um do sério. Eras insuportavel! Teimas-te que nem banho tomarias, se não fosse eu a dar-to! Ligavas que nem criança mimada a fazer as tuas birras...
Mas fui... como poderia não ir?... Dei-te banho, dei-te o jantar.

Neste dois meses dei-te um pouco da minha vida e retirei um pouco a tua morte. Nesta última semana aprendi mais...
Os médicos disseram que estavas melhor, tu rias-te na cara deles e dizias palavrões, eu ralhava contigo!
Dizias estar impaciente por...

Gritaste e com um ódio imenso de mim ficaste quando te reanimei, jamais irias assim à minha frente, não enquanto tivesse forças para agarrar a vida em ti. Tu sabes bem aquilo que se passou, sabes bem quantos banhos tomei naquele dia, mas nesse dia a morte levou a melhor, derrotou-nos. Não poderia deixar a história repetir-se ali. Saí danada do teu lado, mas estive lá no dia seguinte. Ofereceste-me flores em pedido de desculpa...

As mesmas que hoje queimaram contigo...
Espero que do outro lado tenhas encontrado o que tanto esperaste. E não, não te choro. Sorrio sempre para ti. Até sempre.

Dead end

Que dizias tu ali naquele momento? Eu avisei-te que haviam certas coisas que não se deveriam dizer a menos que as palavras explodissem.
Hoje vejo que tantas coisas foram desperdiçadas, jogadas no lixo. Mentiras algumas, que apenas foram ditas porque precisavas de alguém a teu lado naquele momento. E como fui eu... Poderia ter sido outra pessoa qualquer, as palavras e os gestos seriam os mesmos.

As horas que ali passei, o tempo... O quente e o frio que nunca eram constantes. Nunca consegui saber se iria chover, fazer frio, calor imenso. No carro trazia sempre algo de apoio para se algo fugisse ao que pensava que seria naquele dia.

Eu cansei-me de fumar cigarros nas portas do hospital, esperando a tua recuperação... E não há nada mais triste que ver alguém a fumar a porta de um hospital!

Nos últimos meses dessa vida, todos os dias, todos passava eu a porta daquele hospital, fumava o meu cigarro... Nem sempre entrava para te ver. Mas todos os dias falava contigo, alguns tendo apenas duas paredes de distância. As enfermeiras foram-me conhecendo e algumas faziam-me companhia, dizendo: "já vi que hoje não é dia..."
E ao ver-te morrer, morria também algo em mim. Ainda tinhas força para sorrir de vez a vez e lançavas as tuas piadas, dizendo que já não me fazias sorrir. Coisa que me desculpava com: "estou muito cansada mesmo, não penses assim". Agora não há nada que possa fazer. E sei que deveria ter ido ver-te todos os dias! Que deveria ter sorrido para ti todos os dias! Mas estava cansada de todas as máscaras. Da vida de actriz em vida real que tinha de desempenhar.
Mas te garanto, onde quer que estejas, há algo que nunca morrerá.

"The first 24 hours after surgery are critical. Every breathe you take(...) is celebrated!
(...) What happens when the imidiatly danger has past? Surgery is when you get saved. But post-op, after surgery, is when you heal... But, what if you don't?"

domingo, novembro 14, 2010

End of Conversation!!!

"You are what you eat,
You'll become digested,
Well love, it isn't felt.
No love is tested.

You will keep forever,
I’ll bury you like treasure."

You eat dirt,
you'll become it!

sexta-feira, outubro 29, 2010

Eu sei o que o fim da estrada me traz

Cada dia se torna mais nítido...

Apesar de haver momentos em eu própria sinto que nada mais significas.
As defesas, as barreiras que criamos para nos fecharmos em nós, para tentarmos de algum modo protegermo-nos, como se de algum ataque físico fosse.
Porque complicamos tanto tudo? Porque é que tem de haver algum significado subentendido atrás de alguma coisa?

Magoamo-nos de mais com merdas as quais por vezes não deveríamos dar a importância que damos. Esquecemo-nos do que realmente importa. Gastamos o sono, a energia a pensar em soluções, a arranjar o caminho certo para o meio do labirinto, sem embater em paredes. As paredes estão lá, e vão sempre estar. Vamos sempre embater nelas. E então? Não, não será fácil. Mas no fim, onde vamos sempre ter? Ao centro. Onde está aquela maravilhosa água que nos faz sentir como se nada mais existisse.
E é nesse momento, em que estamos a explodir de felicidade, é nesse mesmo momento em que sentimos tudo muito mais a flor da pele. Tudo mais claro! E pensamos que qualquer barreira que surja é canja para passar.

Mas e porquê assim? Não deveria ser quando nos sentimos mais na dúvida? Quando a cabeça está cheia de coisas e não consegue raciocinar direito que devíamos ouvir mais o nosso próprio coração? Que não deveríamos escutá-lo com calma e perceber porque é que ele dói?

Acho que invertemos demasiadas vezes o valor das coisas, e não lutamos realmente por aquilo que tem importância.

Claro que posso estar redondamente enganada! Claro que sim. Claro que posso eu estar a cair nas armadilhas do meu próprio coração. E ver que a final o que existe são lembranças e saudades daquilo que já foi.

Por vezes é mesmo necessário tempo, tempo para o pó baixar e podermos caminhar sem levantá-lo. Deixar que caia a chuva para o prender no chão de vez. Talvez o cheiro da terra molhada venha com o mesmo odor de antigamente. Ou traga novos aromas e paz.

quinta-feira, outubro 28, 2010

quarta-feira, outubro 27, 2010

Don't kow which way to choose

I have two ways... But i really don't now which one to choose.

I'll sit at the apex and wait for something to make me walk.

terça-feira, outubro 26, 2010

Words - How could they explain how i feel


Today is the last day that I'm using words
They've gone out, lost their meaning
Don't function anymore

Let's, let's, let's get unconscious honey
Let's get unconscious honey

Today is the last day that I'm using words
They've gone out, lost their meaning
Don't function anymore

Traveling, leaving logic and reason
Traveling, to the arms of unconsciousness
Traveling, leaving logic and reason
Traveling, to the arms of unconsciousness

Chorus:

Let's get unconscious honey
Let's get unconscious
Let's get unconscious honey
Let's get unconscious

Words are useless, especically sentences
They don't stand for anything
How could they explain how I feel

Traveling, traveling, I'm traveling
Traveling, traveling, leaving logic and reason
Traveling, traveling, I'm gonna relax
Traveling, traveling, in the arms of unconsciousness

(chorus)

And inside we're all still wet
Longing and yearning
How can I explain how I feel?

(chorus)

Traveling, traveling
Traveling, traveling, in the arms of unconsciousness

And all that you've ever learned
Try to forget
I'll never explain again

sábado, outubro 09, 2010

Mind a Step

Caminhar...

Aprendemos deste bebés a dar os primeiros passos. Com algum desequilíbrio ao inicio, pouco a pouco nos vamos habituando a colocar os pés, a equilibrarmo-nos enquanto temos só um pé no chão, ganhamos força nas pernas para que os passos saiam mais seguros, mais firmes. E vamos corrigindo a nossa postura.

À medida que ganhamos o hábito, vamos perdendo a novidade. À medida que vamos ganhando segurança, deixamo-nos de preocupar com o equilíbrio, ou com o facto de termos ou não forças nas pernas para nos suster. Torna-se um dado adquirido, caminhar... Banal, frequente, necessário, como respirar.
Esta semana tive a primeira aula de Tai Chi...
Nunca imaginei que me colocaria a pensar tanto! Mesmo sem ter tido esse propósito. É engraçado como as coisas que nos acontecem, conseguem ter tanto significado para nós.
Caminhar...
Claro, todos os dias o faço.
"Caminhem com posição baixa, puxem o joelho bem a cima antes de pousarem o pé no chão. Sempre de costas bem direitas, como se tivessem uma tigela de arroz no topo da vossa cabeça."
Já se sentem as pernas mais cansadas, obrigar o corpo a algo que não é seu costume pode ser muito difícil.
"Agora façam o mesmo, mas com os olhos fechados."
...

Habituamo-nos tanto à rotina, que perdemos o valor às pequenas coisas. Temos tanto por garantido, que o simples facto de caminhar de olhos fechados, torna-se num exercício completamente atrofiante. O equilíbrio torna-se tão ausente, que até o facto de respirar o influência. Inspira, pensa, força nas pernas e no tronco para te manteres direita, pousa lentamente o pé e tenta perceber a tua orientação espacial para não saíres da tua rota, expira – pensei.

Só o facto de controlar a respiração, inspirar muito mais quantidade de oxigénio que o normal, deixou-me meio drogada.
Tudo isto se aplica à vida no dia-a-dia. em todas as coisas que fazemos. Em tudo o que achamos que é adquirido. À mais pequena coisa que fuja ao comum diário, muitas vezes trememos, sentimo-nos perdidos, sem rota, sentimo-nos a cair em desequilíbrio.

Apenas desejo saber gerir a minha vida com sabedoria.
Aprender a estar preparada para todo o tipo de mudanças.
Fazer frente a contratempos e aprender a lidar e resolve-los sem stressar, sem panicar.
Quero sempre ter tempo para sorver e aproveitar tudo aquilo que me faz feliz.
Quero ter sentimentos de novidade, mas com tudo aquilo que já tenho e que muitas vezes desaproveito.
O Ser Humano pode ser muito mais feliz se de vez a vez se esforçar para não achar que tudo é garantido. Tem de saber lutar de vez em quando. Tem de saber encher bem os pulmões, ao invés de os encher apenas a 30% da sua capacidade. Tem de se aperceber da dificuldade de dar passos e aprender a correr quando for hora.

O meu grande medo é não ser pessoa o suficiente para isso.
É sentir a areia a escorrer pelos meus braços enquanto ela lentamente se esvazia das minhas mãos por entre os meus dedos.
O passo foi tomado, agora é altura de fortificar as minhas pernas para manter um equilíbrio seguro e forte, só depois colocarei o pé no chão de novo.
Um dia caminharei segura e firme novamente.